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Wooly vende Pastéis de Nata no Centro Comercial Woluwe

LusoProductions / Tony da Silva LusoProductions / Tony da Silva LusoProductions / Tony da Silva LusoProductions / Tony da Silva LusoProductions / Tony da Silva

A Pastelaria Wooly tem atualmente uma «bicicleta» equipada para vender Pastéis de Nata, no Centro Comercial Woluwe, em Bruxelas, até finais de janeiro.

A Wooly está baseada em Waterloo. Daí o nome da marca: «Woo como Waterloo e Ly como Lisboa, mas como com i era feio, ficou um y», explica Marcelo Caetano, o fundador da marca.

A Wooly foi criada em maio de 2015. «Em pastelaria, apenas vende doçaria portuguesa, mas também vende alguns salgados, como bolos de bacalhau ou rissóis, e propõe azeites biológicos e alguns vinhos».

Marcelo Caetano chegou à Bélgica com apenas 7 anos de idade. Frequentou a Escola Europeia, orientou-se para Ciências Políticas, mas «de um momento para o outro tive vontade de criar algo que tivesse a ver com Portugal. Tivemos a sorte de encontrar uma pessoa fabulosa na pastelaria» disse ao LusoJornal.

O conceito da Wooly é também levar os produtos para fora da pastelaria, com a «Nata Mobil». Esta é uma forma inovadora para avançar com o projeto. «Há pouco mais de um ano, comecei com uma moto de três rodas, à qual chamámos Nata Mobil, a vender Pastéis de Nata nas ruas de Bruxelas, em sítios de forte passagem de pessoas. Como funcionou bem, acabei por comprar uma segunda Nata Mobil. São cor-de-rosa e vão ao encontro do público onde ele estiver».

Este ano, em vez das motos, Marcelo Caetano experimentou uma bicicleta, «mais adaptada para interiores». E a primeira experiência é mesmo a do Centro comercial Woluwe, onde está desde fins de novembro.

A Wooly não está vocacionada apenas para o mercado português. «Até porque o que há mais em Bruxelas… são Belgas» diz a sorrir o fundador da marca. «Tentámos fazer uma marca que desse vontade aos estrangeiros de vir conhecer as nossas especialidades».

No Centro comercial Woluwe, apenas cerca de 5% dos clientes da Wooly são Portugueses, embora na loja este número seja um pouco maior. «Os Belgas adoram o Pastel de Nata, mas o problema é que não sabem que gostam, porque não conhecem. O nosso desafio é dar a conhecer e quando comem um… depois comem mais» explica ao LusoJornal.

Até finais de janeiro, Marcelo Caetano vai continuar no Centro comercial Woluwe. Deixa uma equipa na Pastelaria e mantem as duas motas a vender Pastéis de Nata pelas ruas da capital belga. No total, a empresa que apenas foi criada há dois anos e meio, já emprega 7 pessoas.

 

 

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