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O início da cada ano é um momento de renovar a esperança quanto ao futuro próximo da nossa família e amigos, a quem desejamos os maiores sucessos tanto no plano pessoal como profissional.

No entanto, é também o momento de renovar a esperança em relação ao futuro do nosso país e à realidade na qual também estamos inseridos que é o mundo das Comunidades portuguesas.

Quanto ao país, desejo apenas que o ano que agora se inicia possa consolidar tendências de crescimento e que, sobretudo, seja possível começar a pensar no futuro do país para além do ano civil cujo início agora assinalamos. Pensar no presente sem preparar o futuro dá sempre maus resultados e os Portugueses, infelizmente, já viveram várias vezes as consequências desse tipo de ação governativa.

Quanto às Comunidades portuguesas, gostaria que o Ministério dos Negócios Estrangeiros tivesse para elas uma estratégia concreta que possa ser algo mais do que discursos de circunstância e que veja esta área da governação como importante no domínio da nossa política externa.

Espero também que em 2018 seja possível, para além das alterações previstas para o recenseamento eleitoral, aprovar na Assembleia da República a proposta relativa à alteração da metodologia do exercício do direito de voto para os Portugueses residentes no estrangeiro, para finalmente alargar a sua participação. Seria muito importante.

Termino desejando um Feliz Ano Novo aos leitores do LusoJornal e que 2018 seja um grande ano para Portugal, não apenas para o Portugal que se circunscreve ao seu território, mas sobretudo para o Portugal que vive e existe nos quatro cantos do mundo graças às nossas gentes da emigração.

 

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